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Projeto aumenta pena de crime de violência institucional cometido contra mulher vítima de violência doméstica

Noticiario Brasil
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Projeto aumenta pena de crime de violência institucional cometido contra mulher vítima de violência doméstica
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06/03/2025 – 11:44  

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Laura Carneiro é a autora da proposta

O Projeto de Lei 185/25 agrava as penas para o crime de violência institucional, cometidos por agentes públicos ou em instituições privadas, quando ele recaia sobre mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.
Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), altera a Lei de abuso de Autoridade e o Código Penal.
Pela Lei de abuso de Autoridade, o crime de violência institucional ocorre quando servidores públicos ou terceiros submetem a vítima de crimes a procedimentos desnecessários, repetitivos ou invasivos, resultado no que se chama de “revitimização”.
Hoje, a pena para esse crime é de 3 meses a 1 ano de prisão, e multa. Com a proposta, essa pena é dobrada nos casos em que a revitimização atingir mulher vítima de violência doméstica.
A proposta também modifica o Código Penal como forma de trazer essa punição para os casos de revitimização em instituições privadas, onde as vítimas recorrem em busca de proteção, trabalho, estudo ou lazer.
Nesse caso, a pena de 2 a 10 meses de prisão e multa será aplicada em dobro para mulheres vítimas de violência doméstica.
“Também em instituições privadas a revitimização deve ser punida, pois constitui uma agressão descabida e desnecessária contra pessoas que buscam cuidado, apoio ou proteção institucional ou que procuram reconstruir suas vidas em ambientes institucionais de estudo, trabalho ou lazer”, justifica Laura Carneiro.
Próximos passosA proposta será analisada pelas comissões de defesa dos direitos da Mulher e de Constituição e justiça e de Cidadania. O projeto está sujeito à apreciação do Plenário.
Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada por deputados e senadores.
Reportagem – Emanuelle BrasilEdição – Rachel Librelon

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