Programa amplia oferta de cirurgias e passa a priorizar ortopedia de alta complexidade e cirurgias ginecológicas.
O governador Roberto Cidade apresentou, na quarta-feira (06/05), a nova fase do Opera+ Amazonas durante visita à Fundação Hospital Adriano Jorge (Fhaj), em que foram anunciadas metas para ampliar a disponibilidade de cirurgias e reduzir o tempo de espera em 2026.
A expectativa de retomar atividades cotidianas sem dor foi destacada por pacientes que participaram do mutirão. Entre elas, a dona de casa Sandra Ramos, de 52 anos, que iniciou o pré-operatório para a cirurgia de vesícula pelo programa. A paciente disse aguardar a volta a uma rotina com mais qualidade de vida.
Resultados e metas
O Opera+ Amazonas foi criado para ampliar o oferecimento de cirurgias e reduzir filas. Em 2025, o Amazonas passou a integrar os dez estados que mais realizam cirurgias no país, contabilizando 336.816 procedimentos, um aumento de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
Para 2026, o Governo do Amazonas estabeleceu a meta de 342 mil procedimentos, com reforço no atendimento na capital e no interior e foco em áreas de alta complexidade.
Novas prioridades
Durante a apresentação no Fhaj, Roberto Cidade destacou a expansão do programa com ênfase em ortopedia de alta complexidade e cirurgias ginecológicas, por meio dos programas + saúde da Mulher e + Ortopedia. A estratégia inclui aumento das cirurgias no período noturno e aos fins de semana.
Impacto nas filas e no tempo de espera
O mutirão reduziu as filas em diversas especialidades: queda de 83% na cirurgia geral, 79% na ginecologia, 78% na urologia e 57% na ortopedia. O tempo de espera também registrou redução expressiva, chegando a 96% nas cirurgias de catarata e 94,5% nos procedimentos de hérnia e vesícula.
Pacientes atendidas pelo mutirão relataram melhoria na rotina e no desempenho de atividades físicas. A dona de casa Edinalda Alves, de 52 anos, disse que espera retomar a prática de corrida após a cirurgia.
infraestrutura e tecnologia
Na visita, foi vistoriada a nova estrutura de ressonância magnética da unidade, equipada com tecnologia mais avançada para oferecer diagnósticos mais precisos e exames mais rápidos. A modernização incluiu novos ambientes assistenciais e integra investimentos que ampliaram em 84,6% o parque tecnológico de exames de alta complexidade na capital.
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