27 alunos do 7º ano participaram de atividades práticas de educação ambiental no Instituto Soka Amazônia, em 20/5.
Vinte e sete estudantes do 7º ano da escola municipal Carolina Perolina, da Prefeitura de Manaus, localizada no bairro São José Operário, participaram, nesta quarta-feira, 20/5, de uma aula de educação ambiental no Instituto Soka Amazônia, situado no bairro Colônia Antônio Aleixo, zona Leste da capital. A visita fez parte do projeto Academia Ambiental, promovido pelas Ocas do Conhecimento Ambiental, da Secretaria Municipal de educação (Semed), e incluiu observação da fauna e da flora, oficinas práticas e atividades de semeadura.
Objetivos e atividades
A iniciativa teve como objetivo aproximar os estudantes da natureza, estimular a consciência socioambiental e ampliar os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Durante a programação, os alunos observaram espécies da fauna e flora amazônicas, conheceram a importância da preservação dos ecossistemas locais e participaram de oficinas voltadas à sustentabilidade e ao cuidado com o meio ambiente.
Depoimentos de professores e coordenadores
O professor Darllen Viana destacou a relevância das aulas de educação ambiental como ferramenta para fortalecer a consciência ecológica entre os estudantes. Segundo ele, “Acredito que esse tipo de visita vai muito além dos livros didáticos e do conteúdo apresentado em sala de aula. Aqui, os alunos conseguem vivenciar, na prática, a importância da preservação do lugar onde vivem. Não fica apenas no que eles assistem na televisão, veem na internet ou aprendem nos livros. É uma experiência que contribui não somente para a vida escolar, mas para a formação cidadã deles. Com os conhecimentos adquiridos aqui, eles podem levar essas práticas para dentro de casa, desenvolvendo hábitos mais conscientes, como a coleta seletiva do lixo e o cuidado com o meio ambiente.”
O coordenador da Divisão de educação Ambiental do Instituto Soka Amazônia, Jean Leão, explicou que um dos momentos mais marcantes foi a atividade de semeadura realizada pelos próprios estudantes. Ele afirmou que “O diferencial da aula de hoje é que os alunos irão semear a semente de uma árvore muito importante da Amazônia, o angelim-vermelho. Após todo o processo de desenvolvimento, essas mudas serão plantadas em comunidades rurais e territórios indígenas. Mais do que aprender sobre preservação, eles deixarão um legado concreto para a proteção do planeta por meio das próprias mãos.”
Visitas e legado prático
Durante a programação, os participantes conheceram espaços de relevância ambiental na reserva, como a samaúma, árvore símbolo da Amazônia; o mirante com vista para o Encontro das Águas; o meliponário de abelhas sem ferrão; a trilha ecológica da reserva e o laboratório de sementes. O trabalho de semeadura e o destino das mudas foram apresentados como etapas previstas para estender o impacto da atividade a comunidades rurais e territórios indígenas.
A estudante Emilly Gabrielle Alves, 12, do 7º ano, afirmou que a experiência proporcionou novos aprendizados e tornou o conteúdo mais acessível: “Eu achei muito interessante a forma como explicam a aula. É um método de ensino diferente do que a gente costuma ver na escola, porque aqui eles mostram na prática, dão exemplos e deixam tudo mais leve. Assim, a gente aprende de um jeito mais divertido e consegue entender melhor a importância de cuidar do meio ambiente.”
Texto – Jorgiane Castinares/ Semed
Foto – Eliton Santos/ Semed
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